"HISTORIA DE PANO DE PINTI"

 

 

O “pano de pinti” é feito num tear, de forma artesanal e tem um valor inestimável na
comunidade Guineense. Até aos dias de hoje, continua sendo considerado um dos (muitos) símbolos culturais e tradicionais do país. Neste pano está guardado parte da herança cultural da Guiné- Bissau.

A personificação do seu berço é obtida nas cores que o tingem. São estas que, aliados aos padrões camaleónicos, consegue interpretar seguimentos de um património inestimável.

Apesar da sua origem situar-se na étnia manjaca, a fama do Pano de Pinti,  foi espalhado por quase todo o território. Nos dias que correm, é muito comum verem-se mercados tradicionais Guineenses pintados com as suas tonalidades, conquistando a atenção de cada turista que o vislumbre.

Outrora era usado exclusivamente em roupas e cerimónias tradicionais. Os seus modelos e pigmentações variavam consoante as ocasiões, alargando-o até as comemorações Matrimoniais, rituais de iniciação e funerais.

Considerado sinonimo de riqueza para os manjacos, “o Pano de Pinti passou a ser celebrado, também, como ícone de moda, ocupando um lugar cativo nas
mais diversas coleções e passerelles – africanas e
europeias.

A sua utilização transgrediu as fronteiras estilísticas.

Hoje em dia com ajuda da organização não governamental (ONG)Artessal, que atua nos domínios do desenvolvimento do Comércio de Solidariedade e Justoguineense, é exportado para vários Países do Mundo.

Além disso graças e esta ONG, a história da Tecelagem Guineense tem sido perpetuado num ateliê tradicional que incentiva e dinamiza a economia local.